Doom 2016 – PS4

Resolvi finalmente escrever algo por aqui, de maneira descompromissada mas para criar mais registros meus. Serão breves impressões que os jogos que joguei/zerei/abandonei com nenhum compromisso de análises técnicas sérias, reviews detalhadas e nem nada do tipo.
Farei aqui o que faço fisicamente no meu Diário de Bordo: caderno que passei a registrar desde quando inaugurei a Sala de Video Game em 2018.

Desde que vi o anúncio do lançamento de Doom (mais conhecido como Doom 2016 para que se evite confusões com o primeiro jogo da franquia) fiquei doido para jogar. Não sou o maior fã da franquia (nunca fui vidrado em FPS), mas joguei bastante o primeiro jogo no SNES, naquele lindamente assustador cartucho vermelho. Falo assustador porque eu sempre tive um certo medo do jogo naquela época… Acostumado com tudo colorido e feliz como eram os jogos de Super Nintendo, pegar um jogo obscuro e com temática infernal não era lá muito convidativo para o Raphael de 12~13 anos.
Finalmente, em 2020, chegou a hora de jogar o tão esperado Doom 2016. E, caramba, como valeu a espera, como minhas expectativas foram atendidas e até superadas.

A jogabilidade super rápida faz parecer que o jogo original foi só atualizado com gráficos atuais, ela foge das emulações de realidade que os jogos de tiro em primeira pessoa atuais tentam passar e, caramba, como isso me atraiu.

O visual é digno da atual geração com cenários sombrios em ambientes de estações em Marte abandonados e idas ao inferno com cenários muito macabros, alguns pontos com o que parecem ser pedaços humanos, pontos de rituais de sacrifício, etc. Não é à toa que o Raphael de 13 anos não era tão afim de jogar Doom, né?

A trilha sonora… Ah, essa trilha sonora! Como não sou um profundo conhecedor musical dos estilos de Rock/Metal, acredito que ela seja de heavy metal e daqueles bem pesados. Pesados o suficiente para casar perfeitamente com esses cenários que descrevi no parágrafo anterior. Com certeza virará uma das OSTs que escutarei com frequência enquanto trabalho.

A dificuldade que o jogo tem como padrão, em português, é a Um tapinha não dói (2ª de 5 dificuldades disponíveis) é ideal para o meu nível de habilidade em FPS. A dificuldade seguinte, Ultraviolento, já realmente dá uma aumentada mas nada que seja gritante. Assim que terminei a campanha no tapinha não dói, joguei no ultraviolento e acabei passando tranquilamente (até demais) por tudo.

Achei que a duração da campanha é um pouco curta, mas acaba que é o suficiente para você não enjoar e nem achar curto demais (por mais confusa que essa afirmação tenha sido kkkk).

23/04 a 30/04/2020 | Jogo 11 de 2020 | Playstation 4
Nota 10,0
Recomendadíssimo!

Mundo real
Por aqui ainda estamos passando pela pandemia do COVID-19 e sem muita previsão de quando isso tudo vai acabar, quando a coisa vai normalizar. Todos bem com minha família e meus próximos. Espero que estejam todos bem por aí e torçamos que isso tudo passe logo.

Publicado por Raphael Carvalho

Só mais um cara afim de expor suas ideias e gostos internet afora.

Um comentário em “Doom 2016 – PS4

Deixe um comentário

Crie um site como este com o WordPress.com
Comece agora